sábado, 8 de Março de 2014

NORMA para Aplicação de Condições Especiais de Realização de Provas e Exames JNE/2014

Encontra-se disponível o documento "NORMA para Aplicação de Condições Especiais de Realização de Provas e Exames JNE/2014". Seguem algumas notas relativas às condições de realização das provas e dos exames. No entanto, aconselha-se a leitura atenta de todo o documento. Numa leitura na diagonal, sobressaem algumas ligeiras alterações relativamente à situação dos anos anteriores.

Os alunos com necessidades educativas especiais de carácter permanente abrangidos pelo Decreto‐Lei n.º 3/2008 podem usufruir de condições especiais na realização de provas finais de ciclo e exames finais nacionais e provas de equivalência à frequência, sob proposta do professor titular de turma/conselho de docentes ou do diretor de turma/conselho de turma.

Os alunos que apresentem necessidades educativas que não exijam uma intervenção no âmbito da educação especial (não abrangidos pelo Decreto‐Lei n.º 3/2008) podem, também, usufruir de condições especiais na realização das provas de exame, sob proposta do professor titular de turma ou do diretor de turma, sempre que a não aplicação destas condicione a realização ou a classificação das provas de exame (ver a secção II).

Os alunos que frequentam um currículo específico individual, ao abrigo do art.º 21.º do Decreto‐Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro, não realizam provas finais de ciclo do ensino básico nem exames finais nacionais do ensino secundário, no âmbito do seu currículo específico individual.

Os requerimentos de condições especiais na realização de provas e exames, para alunos do ensino básico e do ensino secundário, são formalizados pelo diretor do agrupamento de escolas ou escolas não agrupadas/estabelecimento de ensino diretamente na plataforma online do Júri Nacional de Exames, deixando de existir anexos/requerimentos em suporte de papel.

O preenchimento dos requerimentos na plataforma online do JNE só pode ser efetuado entre 10 e 24 de março de 2014, data a partir da qual a plataforma é encerrada, não sendo permitido o registo de novos alunos, alteração de dados de alunos já registados ou submissão de documentos digitalizados em pdf.

A autorização de todas as condições especiais de exame para os alunos com necessidades educativas especiais de carácter permanente na realização das provas finais de Português e de Matemática e das provas de equivalência à frequência dos 4.º, 6.º e 9.º anos é da responsabilidade do diretor da escola, sendo obrigatório para cada aluno o preenchimento do requerimento na plataforma online do JNE para despacho de autorização. Para os alunos do ensino secundário, a autorização de realização dos exames finais nacionais e das provas de equivalência à frequência dos 11.º e 12.º anos é da responsabilidade do Presidente do Júri Nacional de Exames, sendo obrigatório para cada aluno o preenchimento do requerimento na plataforma online do JNE para ulterior despacho de autorização.

Para os alunos do ensino básico devem ser inseridos na plataforma, apenas para conhecimento do JNE, e após digitalização em pdf de cada um dos seguintes documentos (ver Secção IV):
- Requerimento/despacho com o Despacho de autorização do diretor da escola devidamente assinado por todos os intervenientes;
- programa educativo individual;
- despacho de autorização de condições especiais concedidas em anos anteriores relativas ao ensino básico;
- Informação‐Prova Final a Nível de Escola por cada disciplina, quando for autorizada a condição especial: prova final a nível de escola;
- relatório atualizado de médico da especialidade ou de diagnóstico psicológico;
- outros documentos considerados úteis para avaliação da deficiência;
- Ficha B –“Levantamento das dificuldades específicas do aluno relativamente à dislexia” para os alunos com dislexia.

Para os alunos do ensino secundário, devem ser inseridos na plataforma para análise e decisão do Presidente do JNE e após digitalização em pdf de cada um dos seguintes documentos (ver Secção IV):
- requerimento de condições especiais de exame, com os pareceres do diretor de turma e do diretor de escola e devidamente assinado por todos os intervenientes;
- boletim de inscrição nos exames;
- cartão de cidadão/bilhete de identidade;
- registo biográfico;
- despacho de autorização do Presidente do JNE/diretor da escola de condições especiais concedidas em anos anteriores relativas ao ensino básico ou ao ensino secundário;
- programa educativo individual;
- Informação‐Exame a Nível de Escola por cada disciplina, quando for solicitada a condição especial: exame a nível de escola;
- relatório atualizado de médico da especialidade ou de diagnóstico psicológico;
- outros documentos considerados úteis para avaliação da deficiência;
- Ficha B –“Levantamento das dificuldades específicas do aluno relativamente à dislexia” para os alunos com dislexia.

A aplicação de qualquer condição especial na realização de provas ou exames só pode concretizar‐se após a autorização expressa do encarregado de educação, o qual deve assinar obrigatoriamente os requerimentos impressos pelo diretor da escola a partir da plataforma online, que discriminam as condições especiais propostas pelo professor titular de turma ou pelo diretor de turma.

O aluno com necessidades educativas especiais de carácter permanente se estiver matriculado por disciplinas ao abrigo do n.º 3 do artigo 19.º do Decreto‐Lei n.º 3/2008, tem de realizar a prova final de ciclo de Português e/ou de Matemática no ano letivo em que frequentar a disciplina.

Apenas em casos excecionais, os alunos cegos, com baixa visão, surdos severos ou profundos, com limitações motoras severas, com limitações do domínio cognitivo ou com limitações do domínio emocional e de personalidade (ver n.ºs 22 e 23) podem realizar provas finais a nível de escola nas disciplinas de Português e/ou de Matemática se, relativamente à prova caracterizada na Informação‐Prova final da responsabilidade do IAVE, I.P. necessitarem de alterações nos instrumentos de avaliação ao nível da estrutura das provas e na tipologia e formulação dos itens.

As provas finais a nível de escola de Português e/ou de Matemática dos 4.º, 6.º e 9.º anos de escolaridade devem respeitar as adequações no processo de avaliação, constantes do programa educativo individual de cada aluno, tendo como referência os conteúdos dos programas das disciplinas e, supletivamente, as metas curriculares estabelecidas para as correspondentes provas finais de ciclo, devendo ter em conta as características de aprendizagem e as dificuldades específicas de cada aluno.

Os alunos cegos, com baixa visão, surdos severos ou profundos, com limitações motoras severas, com necessidades especiais de saúde decorrentes de situações clínicas graves ou com limitações do domínio emocional e de personalidade dos 11.º ou 12.º anos e abrangidos pelo Decreto‐Lei n.º 3/2008, que pretendam apenas a obtenção do diploma de conclusão do ensino secundário podem, relativamente ao seu plano de estudos, optar por uma das seguintes hipóteses:
a) realizar os exames finais nacionais nas disciplinas sujeitas a exame final nacional;
b) realizar os exames a nível de escola a todas as disciplinas sujeitas a exame final nacional.

Os referidos alunos que pretendam concluir o ensino secundário e prosseguir estudos no ensino superior podem, relativamente ao seu plano de estudos, optar por uma das seguintes hipóteses:
a) realizar os exames finais nacionais nas disciplinas sujeitas a exame final nacional;
b) realizar os exames finais nacionais nas disciplinas que queiram eleger como provas de ingresso para candidatura ao ensino superior e exames a nível de escola nas restantes disciplinas sujeitas a exame final nacional.

Para a realização de provas finais a nível de escola e de exames a nível de escola tem de ser elaborado o seguinte documento:
- Informação‐Prova Final a Nível de Escola – a ser elaborada para cada disciplina, quando for autorizado pelo diretor de escola provas finais a nível de escola nas disciplinas de Português e de Matemática.
- Informação‐Exame a Nível de Escola – a ser elaborada por cada disciplina que seja requerida ao JNE a realização de exame a nível de escola por alunos cegos, com baixa visão, surdos severos ou profundos, com limitações motoras severas, com necessidades especiais de saúde decorrentes de situações clínicas graves ou com limitações do domínio emocional e de personalidade do ensino secundário.

Estes documentos têm de ser divulgados junto de cada aluno que realiza este tipo de provas ou exames, bem como do respetivo encarregado de educação:
- 1.º e 2.º ciclos – até 22 de abril
- 3.º ciclo e ensino secundário – até 16 de maio.

A tolerância de trinta minutos estipulada no n.º 26 do Despacho n.º 3597‐A/2014, de 6 de março, é apenas concedida às provas finais de ciclo do ensino básico constantes dos Anexos V e VI do Despacho n.º 8248/2013, de 25 de junho, não se aplicando automaticamente às provas finais a nível de escola. Considerando que as provas finais a nível de escola são elaborados para responder às necessidades educativas especiais do aluno, devem, sempre que possível, evitar a necessidade de tolerância para além do tempo regulamentar.

A TÍTULO DE EXEMPLO, vejamos algumas condições especiais na realização das provas finais de ciclo do ensino básico e nos exames finais nacionais do ensino secundário que podem ser adotadas associadas ou isoladamente, de acordo com a especificidade de cada aluno:

ALUNOS CEGOS
- provas finais de ciclo em braille a requerer à EMEC pela escola;
- exames finais nacionais em braille a requerer à EMEC pelo JNE;
- provas finais de ciclo em formato DAISY a requerer à EMEC pela escola;
- exames finais nacionais em formato DAISY a requerer à EMEC pelo JNE; 
- provas finais a nível de escola do ensino básico ou exames a nível de escola do ensino secundário (ver n.ºs 12 e 14 deste documento);
- tolerância nas provas finais de ciclo ou nos exames finais nacionais para além dos 30min concedidos ao abrigo do disposto no n.º 26 do Despacho n.º 3597‐A/2014;
- tolerância nas provas finais a nível de escola ou nos exames a nível de escola;
- utilização de máquina braille e outras tecnologias de apoio;
- máquina de calcular sonora;
- realização das provas em sala à parte permitindo a utilização de meios informáticos ou que um professor que não tenha lecionado a disciplina em exame leia o enunciado da prova ao aluno (particularmente no caso de alunos que ainda dominam mal a leitura da grafia braille).

ALUNOS COM LIMITAÇÔES MOTORAS SEVERAS
- tolerância nas provas finais de ciclo ou nos exames finais nacionais para além dos 30min concedidos ao abrigo do disposto no n.º 26 do Despacho n.º 3597‐A/2014;
- provas finais a nível de escola do ensino básico ou exames a nível de escola do ensino secundário (ver n.ºs 12 e 14 deste documento);
- tolerância nas provas finais a nível de escola ou nos exames a nível de escola;
- realização das provas em sala à parte, separado dos restantes examinandos, permitindo a utilização de máquinas de escrever adaptadas, capacete com ponteiro de escrita, meios informáticos ou que um professor que não tenha lecionado a disciplina em exame leia o enunciado da prova e auxilie o aluno no manuseamento do equipamento e folhas de prova;
- utilização de equipamento ergonómico (mesa e/ou cadeira adaptadas);
- pequena interrupção para deslocação à casa de banho ou descanso postural;
- necessidade de reajustes posturais à posição de sentado, necessitando de ajuda de um auxiliar de ação educativa;
- realização das provas em sala de fácil acesso quando o aluno se desloca em cadeira de rodas ou com apoio de outros auxiliares de marcha;
- reescrita da prova realizada pelo aluno por um professor, quando a sua linguagem escrita apresenta dificuldades de legibilidade.

ALUNOS COM LIMITAÇÕES DO DOMÍNIO COGNITIVO
- tolerância nas provas finais de ciclo para além dos 30min concedidos ao abrigo do disposto no n.º 26 do Despacho n.º 3597‐A/2014;
- provas finais a nível de escola do ensino básico (ver n.º 12 deste documento);
- tolerância nas provas finais a nível de escola;
- realização das provas em sala à parte permitindo a utilização de meios informáticos ou que um professor que não tenha lecionado a disciplina em exame leia o enunciado da prova ao aluno.

Os alunos que apresentam limitações significativas nas funções psicossociais, de temperamento e da personalidade e emocionais resultando, ao nível das atividades e participação, em dificuldades acentuadas na realização de ações e tarefas necessárias para as interações básicas e complexas com os outros de forma adequada às diferentes situações e conveniências sociais, nomeadamente, alunos com autismo, podem usufruir, quando necessário, das condições especiais de realização de provas ou exames que sejam as mais adequadas e que se encontram discriminadas para os alunos que apresentam limitações do domínio cognitivo.

Nota: Um especial agradecimento à colega Glória Silva pela disponibilização do documento que se encontra na área reservada do JNE.

19 comentários:

dedinho disse...

Isto sim, é serviço público da sua parte, João!
Está aqui o resumo! Muitíssimo obrigada!

Anónimo disse...

No ponto 6, diz que o diretor de turma formaliza uma proposta de aplicação de condições especiais mas, em anexo, não vem nenhum modelo.
Poderá utilizar-se o do ano passado ou é escrito na ata?
Obrigada.
Filomena

João Adelino Santos disse...

Filomena
De facto, não existe nenhum formulário para entregar ao diretor. De acordo com os elementos solicitados na plataforma, é importante que o diretor de turma entregue cópias do PEI e de relatórios médicos/psicológicos, uma discriminação das condições de realização propostas por disciplina (português e/ou matemática), um parecer escrito e, nos casos em que tal se verifique, as fichas A e B - apoio para classificação de provas de alunos com dislexia e a Informação‐
Prova Final ou Exame a Nível de Escola.

Anónimo disse...

Boa tarde, os miudos do 6º ano e no 3/2008 por deslexia ao fazerem o exame a nivel de escola, no 9 ano podem fazer exame a nivel nacional?
Obrigada

João Adelino Santos disse...

Anónimo, os alunos com dislexia realizam obrigatoriamente a prova nacional! Não podem realizar prova a nível de escola!

Anónimo disse...

Parabéns pelo blog
tenho dúvidas em relação aos exames a nível de escola, os alunos podem fazer exame na mesma sala que os colegas que fazem exame a nível nacional?

João Adelino Santos disse...

"Anónimo"
Podem e será desejável que o faça na mesma sala!

Manuela disse...

Boa tarde,
Na minha escola estão a convocar o CT exclusivamente para elaborar o parecer... será necessário? Não é da responsabilidade do diretor de turma? Não poderá ser formalizada a proposta do DT em reunião de avaliação?
Obrigada.

João Adelino Santos disse...

Boa tarde Manuela
Esta questão é um pouco incongruente no documento.
De facto, refere que "O professor titular de turma (1.º ciclo) ou o diretor de turma (2.º e 3.º ciclos)formaliza ao diretor da escola uma proposta de aplicação de condições especiais na realização das provas finais de ciclo e das provas de equivalência à frequência por cada aluno do 4.º, 6.º e 9.º ano, para posterior introdução de dados na plataforma online" (questão 6). Nesse sentido, refere também que "A documentação que, para cada aluno, fundamenta e legitima a aplicação de condições especiais de realização de provas ou exames pelo diretor da escola é
constituída pelo (...) pela ata do conselho de docentes ou do conselho de turma onde foi formalizada a proposta já apresentada em março pelo professor titular de turma ou pelo diretor de turma ao diretor da escola, a qual propõe as condições especiais na realização de provas ou exames." (questão 10).
Pode entender-se o diretor de turma apresenta a proposta que, eventualmente, será ratificada posteriormente pelo conselho de turma, uma vez que "podem usufruir de condições especiais na realização de provas finais de ciclo, exames finais nacionais e
provas de equivalência à frequência, sob proposta do professor titular de turma/conselho de docentes ou do diretor de turma/conselho de turma."
No entanto, levantam-se algumas questões. E se o diretor de turma propõe condições de realização com as quais o conselho de turma não concorda? Como se ultrapassa essa situação à posteriori, uma vez que a plataforma está encerrada? Parece haver alguma incongruência.

Raquel Pedroso disse...

Boa tarde... o que quer dizer "informação de Povão final de Escola"... será a matriz da prova???
Agradeço desde já a disponibilidade!

Raquel Pedroso

João Adelino Santos disse...

Raquel, a informação-prova final de escola é o documento que dá a conhecer os seguintes aspetos relativos à prova:
• Objeto de avaliação;
• Características e estrutura;
• Critérios de classificação;
• Material;
• Duração.

Anónimo disse...

Boa Noite,antes de mais quero agradecer e louvar toda a informação compilada de forma clara e pragmática em relação ao ensino especial. Gostaria de perguntar se tem conhecimento se um aluno com dislexia num exame Nacional de matemática pode ter permissão de usar maquina de calcular durante todo e não só em tempo parcial
Agradeço comentário caso disponha desta informação.
Obrigada

João Adelino Santos disse...

"Anónimo", essa situação não está objetivamente prevista, ou seja, à partida, deverão usar a calculadora apenas nas fases permitidas para os restantes alunos. No entanto, em determinadas situações verificadas ao longo do ano (se o aluno a usou durante o ano), poderá usar a calculadora desde que essa situação tenha sido proposta nas condições de realização e autorizada. Esta leitura baseia-se, por analogia, na situação prevista para os alunos com dislexia severa que poderão usar o computador na realização das provas ou exames "Também pode ser autorizada a condição especial de exame: utilização de computador para responder às questões das provas de exame, embora seja bloqueado o dicionário do processador de texto e vedado o acesso à internet, desde que esta tecnologia de apoio tenha sido usada ao longo da escolaridade do aluno, bem como na avaliação sumativa interna." (Cf. final da questão 25).

Anónimo disse...

Boa noite João.

Podia esclarecer-me se um aluno de nacionalidade inglesa, matriculado no ensino português,pelo menos há dois anos se irá ter alguma condiçaõ diferente dos seus colegas na realizaçaõ do exame?
Obrigada.

João Adelino Santos disse...

Boa noite
Para os alunos vindos de outros países e que não dominem ainda o português, é possível realizarem exame de português língua não-materna.

Anónimo disse...

Bom dia,

Antes de mais, e sem querer ser repetitiva,muito obrigada por todos es esclarecimentos que coloca no seu bloggue.
Gostaria de fazer algumas perguntas, nos alunos com NEE e que lhes tenha sido concedido templo suplementar para além do estipulado por lei, como é feita a sua distribuição nos respetivos cadernos 1 e 2??
Os alunos realizam na mesma sala de aula com os restantes colegas? Se sim, como é que se procede para depois terem o mesmo tempo de intervalo?
Muito obrigada

João Adelino Santos disse...

"Anónimo"
A questão dos alunos que beneficiam de tolerância de tempo está esclarecida na questão 33 da Norma 2.
""Nas provas finais do 1.º ciclo, os alunos com necessidades educativas especiais podem usufruir, em cada parte da prova, de um período de tolerância de tempo previamente autorizado pelo diretor da escola, além da tolerância concedida no n.º 26 do Despacho n.º 3597‐A/2014. Neste caso, é obrigatório que o aluno goze o intervalo estipulado (15min), mesmo que seja desencontrado dos restantes alunos."
Assim, têm de realizar as provas finais de ciclo
numa sala à parte, separados dos restantes alunos, para poderem usufruir da tolerância autorizada pelo diretor da escola.
Bom trabalho

Anónimo disse...

Boa tarde , alunos do ensino secundario com epilepsia tem condicoes especiais para a realizacao dos exames nacionais?

João Adelino Santos disse...

"Anónimo", os alunos com epilepsia enquadram-se nos alunos com necessidades educativas não abrangidos pelo Decreto‐Lei n.º 3/2008, 7 de janeiro.
Podem usufruir de condições especiais de realização nos exames finais nacionais do ensino secundário ou nas provas de equivalência à frequência, sob proposta do diretor de turma, sempre que a não aplicação destas
condicione a realização dos exames finais nacionais e das provas de equivalência à frequência nas mesmas condições dos restantes
examinandos ou a sua classificação pelos professores classificadores.
A autorização é da competência do Júri Nacional de Exames. Para todas as informações, ver a partir da questão 39 na página 47 do documento disponível acima (NORMA para Aplicação de Condições Especiais de Realização de Provas e Exames JNE/2014).